Querida Confusão,
Vives a me perseguir, não sei como ou porquê, mas você tem de ir... Deixe-me em paz, para que eu me torne capaz, capaz de amar ou de chorar, capaz de viver e conseguir compreender. Insistes tanto em atrás de mim estar, mas me pergunto o porquê, e não há resposta que eu possa encontrar... Estou cansada da rotina, algo que nada me fascina. Algo diferente tenho de fazer, quero muito mais que viver. Nunca soube sobre o que escrever, mas as palavras surgem até mesmo sem perceber. Gosto de rimar, mesmo que não costume muitas rimas utilizar. A rima é, das palavras, a melodia, a mais pura forma da fantasia. Em todos esses versos, mais uma vez me confundi, é tão estranho como tão fácil me perdi. Minhas rimas tão boas não são, mas ao menos são palavras feitas com imaginação. A confusão parece até me amar, querida Confusão, diga-me, quando vai me deixar?
Beijos e abraços, alguém especial, ou melhor, eu.
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